Wednesday, January 25, 2006
XL
Creio ter recebido um pouco de sensibilidade e memória que me permitem apreciar a beleza que é a mulher em muitas de suas nuances. Amanhã a Frauches completa mais uma primavera. E a primeira lembrança me vem dela passando pelos corredores assoviando (ou cantando baixinho?) e balançando os cabelos encaracolados de um lado para o outros. Sempre achei aquilo interessante de se ver. Um ano depois ela entrou na minha sala, e pude durante muito tempo vê-la de manhã a noite. Posso destacar o sorriso, o humor, o jeito criança no aspecto positivo, e por que não a beleza? Por beleza entenda-se também gostosura. Guardando a devida proporção e respeito, ela e outras amigas (duas das quais até hoje vejo) eram pra nós uma versão próxima da Tieta (A novela de destaque a época). E nós Ascânios, Amintas, Osnares e Timoteos tinhamos os hormônios cozinhados pelas cabritas. Quando creio deveria ser o contrário. Hoje passado algum tempo, ela não perdeu nenhuma das qualidades. E uma mulher linda na acepção da palavra. E madura em todos os aspectos maravilhosos que a palavra carrega. Ao lado dela me sinto um brinquedo preferido. Me faz pensar que os anos que não a vi foram só para deixar o gosto de quero mais. E que o tempo passado de convivencia é apenas um preambulo para um tempo melhor, que há por vir, sem que haja fim. Se isto é sonhar, digo que a Gi é algo que resta de fato quando eu tenho um sonho bom.
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2 comments:
aas vzs fico triste pq nao tenho ninguem para sonhar... tudo eh passatempo! mas nao eh tao quanto biscoito :-)
Bom, eu sonho com você também...
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