A luz do modelo das cinco forças de Porter que medidas poderiam ser aplicados ao setor aéreo no dia de hoje?
Consumidor: Deve ser implementado um novo codigo, inspirado na União Europeia, que regulamente os direitos dos passageiros, inclusive em termos de overbooking.
Fornecedores: Redução das taxas e impostos aeroportuarios e de importação e contratação (leasing) de aviões, querosene de aviação e peças. Todas as ações com contrapartidas pelas empresas.
Produtos Substitutos: Criação de um Trem-Bala Rio São - Paulo e projeto de uso de similares em trechos com menos de 500km que sejam servidos apenas por avião e ônibus.
Rio - BH, São Paulo - BH, São Paulo - Curitiba, etc.. Incentivo ao uso pelo governo e empresas de videoconferência.
Novos entrantes: Introdução do modelo Open Skies para empresas que aceitem conexões entre a região norte e o resto do país. Reformulação da malha aérea excluindo conexões e escalas em São Paulo e Brasilia. Concessão casada de linhas rentáveis (Rio - São Paulo) com linhas deficitárias ( Rio - Manaus). Homologação dos pouso de aviões nos aeroportos para pouso e decolagem considerando o peso máximo ao nível do mar. Isto limitaria o pouso em Congonhas e Santos Dumont de aeronaves até 100 passageiros e abriria espaço para novas empresas.
Competição do setor aéreo: Aumento do limite de capital estrangeiro para 100% em empresas que operem rotas domésticas e 49% para operadoras de rotas internacionais. Desregulamentação do setor.
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